Home Data de criação : 09/07/11 Última atualização : 11/10/17 15:03 / 46 Artigos publicados

HORA CERTA  escrito em sábado 11 julho 2009 18:37

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X-MEN ORIGINS WOLVERINE  (VIDEOS) escrito em sábado 11 julho 2009 18:45

Nesta homenagem a Wolverine a Raven criou um jogo violento e brutal, à imagem do personagem como não podia deixar de ser. De uma forma banal e bastante resumida, o jogo poderia ser descrito como um “God of War com garras” pois todo o esquema e toda a jogabilidade nos traz à memória o jogo de Kratos. Neste “claws of Olympus” temos um jogo de acção com alguns elementos de RPG que em nada vão ser estranhos aos que jogaram qualquer um dos anteriores jogos da Raven baseados no universo Marvel. O jogo divide-se em secções de acção e exploração, sendo as primeiras as que reúnem maior destaque e mais impacto na jogabilidade.

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STREET FIGTHER IV  (VIDEOS) escrito em sábado 11 julho 2009 22:02

STREET FIGHTER IV É A MAIS NOVA VERSÃO DO JOGO DE LUTA QUE CONQUISTOU UMA LEGIÃO DE FÃS, DURANTE A ÉPOCA DOURADA
DAS CASAS DE FLIPERAMAS.STREET FIGHTER ESTÁ MESMO VOLTANDO AO AUGE, SE É QUE ALGUM DIA NÃO ESTEVE.
ESTE JOGO CONTA COM PERSONAGENS E CENARIOS EM 3D, MAS A JOGABILIDADE É A ORIGINAL EM 2D, CRIANDO UM EFEITO "2,5D"

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RESIDENT EVIL 5  (VIDEOS) escrito em sábado 11 julho 2009 22:28

Desde o excelente "Resident Evil 4", jogo lançado originalmente em 2005 para Gamecube, os fãs da celebrada franquia da Capcom estão à espera de um novo capítulo oficial para tentar desvendar mais mistérios de sua complexa trama e, claro, explodir cabeças de zumbis implacáveis. Demorou um bocado, mas finalmente "Resident Evil 5" está entre nós, trazendo várias melhorias à sua fórmula e algumas boas novidades , se aprofundando ainda mais em sua mitologia ao amarrar pontas soltas do game de quatro anos atrás e também de "Resident Evil: The Umbrella Chronicles" - jogo de tiro para Wii de 2007, que também se encaixa no cânone da grife.

Uma aventura na África

O novo capítulo da saga volta a se concentrar na figura de Chris Redfield, introduzido ainda o primeiro jogo da série. Depois de desmantelar a corporação Umbrella, responsável por experiências que levavam a mutações horrendas em humanos e animais, o herói se empenha na luta contra o tráfico de tais experimentos, usados com armas biológicas por terroristas e outros grupos criminosos.

Sua mais recente missão o envia a um país fictício do continente africano para investigar uma nova epidemia - muito parecida com a relatada por Leon Kennedy em "Resident Evil 4", quando teve que resgatar a filha do presidente dos EUA das garras de um culto misterioso na Espanha. Como integrante da agência antibioterrorismo BSAA, Chris se alia a uma agente local, a atlética Sheva Alomar, e parte em uma jornada que, no fim das contas, não se limita a estudar as origens da infecção e explora todo o passado da franquia, assim como personagens muito queridos pelos fãs.

Fuga cinematográfica
A trama é com certeza o grande trunfo do game, capaz de absorver não só os fãs de longa data da série, mas também marinheiros de primeira viagem. Como este já é o oitavo título canônico e alguns eventos passados podem estar apagados na memória dos veteranos , o jogo traz arquivos em texto sobre a mitologia completa da franquia para relembrar fatos e situar os novatos. Isto é importante porque a narrativa não se acanha em despejar referências a jogos anteriores ou apresentar flashbacks reveladores, mantendo o importante senso de progressão da série - já se foram treze anos desde o primeiro "Resident Evil" e ainda curtimos a história introduzida por ele, com suas várias reviravoltas e conspirações.

Parceiros em sintonia

O grande chamariz deste "Resident Evil 5" é o sistema de parceria entre Chris e Sheva, algo que foi introduzido em "Resident Evil 0" para Gamecube e aqui funciona de maneira mais dinâmica. Jogando sozinho, o usuário controla Chris enquanto o computador se encarrega de Sheva, utilizando duas posturas diferentes, uma mais agressiva e outra de cobertura. A moça é bastante útil não só nos combates, mas também na exploração dos cenários para a resolução de puzzles - podemos ajudar a heroína, por exemplo a subir, em uma plataforma de difícil alcance para encontrar a saída.

Infelizmente o computador não é lá muito esperto e coloca Sheva como uma verdadeira cria do Rambo. Ela não hesita em gastar balas, granadas e spray de primeiros socorros ao menor sinal de perigo, o que pode comprometer seu estoque para momentos mais críticos, como os combates contra os chefes. É necessária cautela ao utilizar o novo sistema de inventário em tempo real e dar a ela somente o essencial para uma cobertura efetiva, sob o risco de desperdiçar itens valiosos em confrontos banais.

Talvez por isso o jogo seja tão viciante em multiplayer, com dois amigos controlando os protagonistas. Embora não seja um processo muito intuitivo offline - é necessário que o segundo jogador pressione start durante uma partida em andamento para poder entrar, já que a opção não aparece no menu inicial - é bastante compensador. Dá para estranhar um pouco a divisão da tela, que fica preta e mostra duas telas um pouco distantes uma da outra, similares ao efeito PIP (Picture in Picture) de televisores. Mas ao se acostumar com o efeito, com certeza tudo fica mais interessante, ágil e entrosado. O mesmo esquema pode ser repetido online, o que se mostrou igualmente interessante.

Flexionando os músculos

Chefão em ação
A apresentação de "Resident Evil 5" também segue a tradição da série ao entregar visuais sensacionais e um forte clima cinematográfico, que aproveitam bem os músculos dos consoles. Trechos não-interativos conseguem bombear vida ao enredo, enquanto gráficos espetaculares chamam a atenção em todos os cantos, com texturas de alta qualidade e ótimos efeitos de luz e partículas. Há uma grande riqueza de locais - desde minas, tribos, manguezais, portos e ambientes industriais - e também de inimigos, que surpreendem pela vivacidade e caracterização.

O áudio também é bastante complexo, se aproveitando de vários canais para bombardear os ouvidos do jogador com informações por todos os cantos, causando um envolvimento digno de filmes como "Falcão Negro em Perigo" - para citar uma das várias semelhanças. Só mesmo a dublagem deixa um pouco a desejar, ainda mantendo um certo ar de canastrice dos primeiros exemplares, com várias frases feitas e reações pouco convincentes.

Há ainda vários elementos extras a serem habilitados, como o tradicional minigame "Mercenaries", além de roupas extras e outros segredos revelados com o término do jogo, que induzem o jogador a encarar tudo novamente sem pestanejar.

Tradições intocadas

Além das mudanças de mecânica trazidas pelo esquema de parceria, há uma tentativa de aproximar mais o jogo da ação com várias situações de combate contra múltiplos inimigos, se focando menos na resolução daqueles problemas inverossímeis do passado - como encontrar partes de estátuas que abrem passagens secretas nos lugares menos prováveis - ainda que alguns trechos similares ainda estejam presentes.

Revelação surpreendente
Infelizmente ela é pouco eficiente, se baseando somente em esquemas de controles novos (opcionais) que se assemelham ao de jogos como "Gears of War", além do próprio posicionamento da câmera, que limita a visão à direita do jogador ao se posicionar sobre o ombro do herói. O problema é que, além ter a visão do lado esquerdo comprometida, você tem o reflexo natural de controlar Chris (ou Sheva) como Marcus Fenix, quando eles não possuem a mesma agilidade do herói futurista da Epic. Há ainda resquícios do tal "controle de tanque", aquele que obrigava obrigando o personagem ter que girar em torno do próprio eixo para mudar de direção e ter que parar para atirar.

É algo que não deve incomodar os veteranos da série, mas pode irritar aqueles acostumados com toda a agilidade e rapidez dos jogos de tiros modernos. De qualquer forma parece ter sido uma atitude planejada da Capcom - como foi confirmado em entrevistas pelo produtor Jun Takeuchi - para travar um pouco o personagem e criar tensão de forma artificial. Como não há muitos momentos de real suspense na trama e a preocupação em estocar munição foi bastante reduzida, o sufoco agora reside na limitação dos personagens em reagir aos constantes ataques inimigos, que vem de todos os lados. É uma aposta um pouco preguiçosa, há de se admitir, mas que acaba funcionando como planejado - há muitos momentos de sufoco quando se você se vê incapaz de se proteger e reagir das agressões rapidamente. CONSIDERAÇÕES

"Resident Evil 5" é um ótimo capítulo da tradicional franquia de terror da Capcom, explorando de forma instigante a mitologia da série, com um apresentação caprichada e boa sinergia entre os protagonistas nos vários momentos de ação. Há muito conteúdo a ser descoberto, o que fará com que fãs joguem a campanha principal repetidas vezes, principalmente quando o modo multiplayer se revela tão interessante. Infelizmente os controles são antiquados, mantidos assim propositalmente para acentuar a tensão dos tiroteios, o que não deve agradar os novatos acostumados com jogos mais ágeis. Mas é obrigatório para os fãs, que deverão encontrar aqui um episódio que não deixa nada a dever aos anteriores.

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MORTAL COMBAT VS DC UNIVERSE  (VIDEOS) escrito em sábado 11 julho 2009 23:11

Mortal Kombat vs. DC Universe é o mais novo jogo da série Mortal Kombat, e é precedido por Mortal Kombat: Armageddon. Trata-se do primeiro crossover da série Mortal Kombat, junto com a DC Universe. Esta versão usa a Unreal Engine 3.0 [1], espera-se portando um jogo de ultima geração
O jogo é tem entre 26 personagens jogáveis, e como chefe o personagem novo que é o Dark Kahn, que é a fusão entre Darkseid e Shao Kahn. O jogo conta com um Story Mode de duas perspectivas diferentes, uma dos personagens do Mortal Kombat e outra da DC. Em ambos, um lado verá o outro como invasor e tenta descobrir o mistério por trás dessa união de mundos e quando você termina o Story Mode do lado do Mortal Kombat, Shao Kahn estará disponível para a escolha. Quando você termina pelo lado do DC Universe, Darkseid estará disponível para a escolha.

Modos de Jogo

O Rage Mode é um modo onde o personagem fica mais forte, e não pode ser parado por ataques a distância (raio laser do Super-Homem, por exemplo). Esse modo dura exatos seis segundos, para ativá-lo deve-se encher uma barrinha, sendo apanhando ou batendo no oponente. Na história o jogo, Rage é uma influência de Dark Kahn sobre os outros personagens, que os fazem perder a razão e confundir qualquer um com seus inimigos, Dark Kahn usa para que os personagens se enfrentem.

O Freefall Kombat, presente na maioria dos cenários, é um modo especial onde você luta enquanto cai de altas distância, lembrando os já extintos Stage Fatalities. Cada personagem tem direito a um Special Move próprio enquanto está neste modo.

O Klose Kombat é semelhante ao Freefall Kombat, cada personagem tem golpes próprios e um ataca enquanto o outro se defende.

O Test Yout Might é um modo que o jogador usa o inimigo como escudo para quebrar várias paredes, mas não é muito visto, pois somente poucas arenas tem este recurso.


Personagens


Mortal Kombat

Scorpion
Sub-Zero
Sonya Blade
Shang Tsung
Liu Kang
Jax
Kitana
Kano
Raiden
Baraka
Shao Kahn

DC Comics

Superman
Batman
Flash
Mulher-Gato
Capitão Marvel
Coringa
Exterminador
Lanterna Verde
Mulher Maravilha
Darkseid
Lex Luthor

 

 

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